Vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2013 como melhor autor estreante, Jacques Fux volta a embaralhar as fronteiras entre ficção e realidade em seu novo romance. No ousado "Brochadas", o escritor mineiro propõe uma "Ilíada da impotência", remontado ao passado da humanidade e a suas próprias origens judaicas em busca de respostas culturais, sociais, biológicas, místicas, artísticas e etimológicas para uma questão milenar: o funcionamento ilógico do pênis. Ao mesmo tempo, mergulha nas lembranças de seus amores passados - ou, mais especificamente, em seu currículo de brochadas - para traçar aquilo que chama de "autoanálise ficcional selvagem". "Brochadas" mostra que fato e imaginação são complementares e inseparáveis: é necessário viver, lembrar, esquecer, criar, escrever, brochar.
