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Bolsonaro genocida compila pesquisas que demonstram a ação do governo Jair Bolsonaro no sentido de potencializar (i) o desrespeito aos direitos indígenas e à preservação do meio ambiente, o que coloca em risco a sobrevivência cultural e material dos povos tradicionais brasileiros, e (ii) a disseminação do coronavírus no país, o que contribuiu para o aumento de casos de covid-19, com o consequente colapso do sistema de saúde e o elevado número de mortes pela doença.

São dois livros em um, portanto, com duas capas: uma para cada tema. Este volume traz ainda um estêncil, que pode ser destacado do livro e usado com tinta nas mais variadas superfícies.

O conteúdo relativo aos direitos indígenas e ao meio ambiente reproduz a denúncia apresentada pelo Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos (CADHu) e pela Comissão Arns ao Tribunal Penal Internacional sediado em Haia, na Holanda, em novembro de 2019, sistematizando os ataques generalizados e a incitação ao genocídio contra os povos indígenas cometidos por Jair Bolsonaro no Brasil. O texto conta com introdução e atualização de Eloísa Machado, Luiz Eloy Terena e Juliana Vieira dos Santos.

Quanto à covid-19, a linha do tempo elaborada por pesquisadores do Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (Cepedisa) da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, concluída em maio de 2021, demonstra a estratégia de disseminação do coronavírus conduzida de forma sistemática pelo governo e a relação direta entre os atos normativos federais, a obstrução constante às respostas estaduais e municipais e a propaganda promovida por Jair Bolsonaro. O texto introdutório é de Deisy Ventura, Rossana Rocha Reis e Fernando Aith.

Sem jogos de palavras, sem artifícios gráficos para driblar as excrescências da Lei de Segurança Nacional ou o aparelhamento dos órgãos de repressão do Estado pelos defensores do presidente, Bolsonaro genocida quer comunicar com clareza o que há muito tempo deveria ser considerado uma obviedade.